O divórcio energético é uma prática do Thetahealing, que restaura os fragmentos energéticos de nossa alma.

Quando nos relacionamos com alguém, trocamos ENERGIA VITAL. Isto é, deixamos um pouco de nós no outro e levamos um pouco do outro conosco. Muitas dessas trocas são saudáveis e fazemos isso diariamente em nossas interações.

Portanto, mesmo que uma relação, pessoal (familiar, amizade ou amorosa) ou profissional, termine, o laço energético pode ainda permanecer reverberando em nosso campo energético, mesmo que não haja troca física.

Assim, quando passamos por um rompimento afetivo, de amizade ou profissional (demissão inesperada), esse laço pode reverberar em nós de maneira prejudicial. Drenando nossa energia e nos deixando tristes, apáticos, saudosos, sem ânimo para continuar, despertando emoções de injustiça, tristeza, decepção, desânimo, estagnação, entre outras.

O que precisamos ter em mente é que, toda relação envolve troca, sendo uma via de mão dupla. Essa troca envolve o dar e o receber de maneira equilibrada e quando isso não ocorre, nos sentimos enganados e vítimas da situação. E o papel de vítima tira de nós a responsabilidade e a energia da ação.

É importante ressaltar que, na maioria das vezes, isso ocorre de forma inconsciente, ou seja, muitas vezes, não conseguimos romper com esse círculo vicioso, pois atuar em padrões inconscientes sozinho é muito mais desafiador.

Dessa forma, o divórcio energético é uma excelente prática, pois atua nessas situações, cortando os cordões energéticos que podem estar nos conectando às pessoas e situações.

Na sessão, nós fazemos o corte dos laças indesejados, limpamos, equilibramos e restauramos o campo para dar espaço à ressignificação de mágoas, dor e sofrimento, desbloqueando o fluxo de energia, abrindo espaço para o novo.

Indicações

  • Instabilidade Emocional em razão de um término de relacionamento, seja ele amoroso, profissional, familiar ou de amizade.
  • Falta de motivação, estado depressivo, angústia após o encerramento de uma relação, de qualquer natureza, demissão de trabalho, dificuldade de encarar o luto (final do ciclo).
  • Pensamentos obsessivos e recorrentes sobre o término, se sentindo injustiçado, culpado, amargurado. Mesmo quando o rompimento foi desejado, se ainda há alguma emoção de pesar, é importante romper o laço.
  • Dificuldade de iniciar um novo ciclo, conflitos, brigas recorrentes, isolamento social.

Veja o que diz quem já fez.

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