Você conhece aquela sensação de vazio, de sentir-se inadequada, frequentemente, envergonhar-se por seus atos ou por algo em si mesma? A preocupação com críticas, julgamentos e a competição excessiva são pensamentos frequentes?

Correr riscos, tendências perfeccionistas, necessidade de ser o centro das atenções, colocar-se como vítima, culpar os outros por seus problemas e a tendência à reclamação e ao negativismo? Podemos estar diante de um causo de baixa autoestima.

Esses aspectos podem ter início quando na infância não recebemos reconhecimento suficiente pelo que realmente somos, isto é, quando não houve reafirmação externa de nossos valores e crescemos acreditando que sempre seria necessário algum aval externo para nos apoiar. Acredite, a autoestima não depende de validação externa.

Autoestima é um ato de amor próprio. É o reconhecimento sincero de nosso valor como ser, primeiramente, e de nossas conquistas, qualidades e dificuldades. A autoestima equilibrada nos permite o autorrespeito e a automotivação para alcançar caminhar pela vida realizando nossos sonhos. E nos leva a autoaceitação que nada mais é do que a liberdade para ser, pensar e agir livre da dependência doentia da consideração e da aprovação alheias.

A autoestima fortalecida nos permite avaliar as restrições dos outros sem prejudicar nossas próprias emoções, prioridades, vontades e objetivos.

A partir desse cenário, passamos a desenvolver clareza do que queremos de verdade, sabendo que nem sempre as outras pessoas irão concordar ou querer o mesmo que nós, mas tudo bem, pois temos segurança para assumir o que queremos para seguir nossos objetivos e sonhos.

Quando estamos seguros, não nos permitimos ser anulados. Fazemo-nos prioridade, falando não para os outros e sim para nós.

Um processo de autodesenvolvimento e autoconhecimento fortalece nossa autoestima para que possamos assumir o controle de nossas ações e de nossa vida. Dando um up na Autoestima

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